• Márcia Carini

Máscaras da Gucci, respiradores da Rolls Royce

Atualizado: Mai 29

O tempo de adaptação de uma fábrica ou de treinamento dos funcionários para produção de novos itens varia muito. Pode ser de vários meses, em situações normais. Mas precisa ser de alguns dias quando uma crise mundial desencadeia a necessidade. A pandemia do Covid-19 forçou essas adaptações e fez marcas de luxo reinterpretarem o momento econômico.

As primeiras grandes marca a anunciarem que alterariam suas plantas fabris para produzir uniformes médicos e máscara na Itália foram Gucci, Armani, Valentino, Prada, Salvatore Ferragamo, Fendi e Miroglio. Para isso, as marcas precisaram de certificações que foram concedidas em menos de 10 dias. A maioria entrega os tecidos às costureiras que trabalham em casa. Mas a Prada, por exemplo, manteve sua fábrica aberta em Peruggia, exclusivamente para essa nova produção. Os trabalhos adaptados, que começaram dia 18 de março, tinham como meta entregar até a semana anterior à Páscoa 110 mil máscaras de proteção e 80 mil jalecos médicos.


Essa reportagem foi publicada originalmente no site www.casa.com.br. Continue lendo.






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